Usufruir do mar vai muito além de frequentar as praias. Há muito para explorar: a calmaria do horizonte marinho, as ilhas inabitadas, grandes rios e lindas represas. As atividades náuticas usufruem, ainda, de condições geográficas privilegiadas no Brasil. São aproximadamente 24 mil km de águas navegáveis, contando costa e bacia hidrográfica. A temperatura agradável das águas, em média 24°C, é outro ponto positivo.
A indústria náutica brasileira tem apresentado um desenvolvimento significativo, segundo a Associação Brasileira de Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar).
“O mercado disponibiliza grande variedade de barcos, principalmente os destinados ao lazer, nos quais o conforto e a segurança são itens obrigatórios.”
Ainda de acordo com a Acobar, são produzidos 3,2 mil barcos por ano no paÃs. Acompanhando a evolução da cultura e, porque não, paixão náutica,
as marinas estão cada vez mais requintadas e bem equipadas, tornando-se um verdadeiro ponto de encontro dos apreciadores dessa atividade. Até mesmo empreendimentos residenciais se moldam a esse público, disponibilizando espaço exclusivo para os barcos.
Quero ter meu barco!
Cada barco é construÃdo para uma finalidade especÃfica, como lazer, turismo, pesca e prática de esportes. Em relação aos de lazer, os tipos mais comuns são: pontão, barcos da plataforma, iate de motor e cruzador interno.
Para pilotar, é necessária a Carteira de Habilitação Náutica, que pode ser feita em qualquer Capitania dos Portos. No caso da navegação amadora, o condutor é submetido a uma prova para obter a carteira na categoria Arrais Amador, que é pré-requisito para todas as outras. Com esta carteira, é permitido conduzir barcos de lazer em águas brigadas de mau tempo, como baÃas, enseadas, lagoas, rios e lagos. A navegação em alto mar só é permitida num segundo momento, quando o condutor retira a carteira de Mestre Amador.